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Mostrando postagens de Outubro, 2009

Índios Guarani Kaiowá e Terena prometem denunciar Funai à OEA e ONU por omissão

Helio de Freitas, de Dourados

Ademir Almeida/Diário MS
Vestidos de morte, índios protestam em Dourados contra violência em aldeias; eles acusam Funai de barrar a polícia Índios guarani-kaiowá e terena da reserva de Dourados prometem denunciar a Funai e o governo brasileiro por omissão à OEA (Organização dos Estados Americanos) e à ONU (Organização das Nações Unidas).

O assistente social Kenedy de Souza Morais disse ao Campo Grande News que a comunidade indígena está produzindo um vídeo com imagens e informações sobre os assassinatos, estupros, roubos e outros crimes ocorridos nas aldeias Bororó e Jaguapiru. O objetivo, segundo ele, é chamar a atenção da comunidade internacional para o “extermínio” dos índios.

“Quem sabe, com a pressão dos órgãos internacionais, o governo e a Funai tomem alguma providência. A Funai tenta manter uma aparente tutela sobre os povos indígenas e por isso barra a entrada da segurança pública nas aldeias. Vamos mandar um relatório para a OEA e para a ONU denunc…

Inscrições para vestibular indígena 2010 começam domingo

Redação 24 Horas News

O Processo Seletivo Específico exclusivo para estudantes dos povos indígenas de Mato Grosso, para ingresso em cursos de graduação no período letivo de 2010, abre inscrições no próximo domingo (01). São oferecidas 10 vagas suplementares para o período 2010/1, distribuidas entre os cursos de Administração (três vagas), Ciências Contábeis (duas vagas), Ciências Sociais (duas vagas), Ciências Econômicas (três vagas) ; e 10 vagas para o períodos de 2010/2, nos cursos de Psicologia (três vagas), Serviço Social (três vagas), Comunicação Social (duas vagas) e Geografia (duas vagas), todas no campus de Cuiabá.As inscrições começam às 08h do dia 01 de novembro e podem ser feitas até as 23h59 do dia 13, no endereço eletrônico www.ufmt.br/vestibular. Além da inscrição, o candidato deverá enviar a Carta de Recomendação devidamente preenchida e assinada pela liderança da Comunidade Indígena a qual perten…

Força-tarefa deve cobrar políticas públicas para os índios do Rio Grande do Sul

A política pública de educação escolar indígena do Estado do Rio Grande do Sul, desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, foi tema de audiência pública na Assembleia Legislativa, na manhã de ontem. O debate, promovido pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia, ocorreu no Plenarinho, sob coordenação da deputada Stela Farias (PT).
A criação de uma força-tarefa para cobrar políticas públicas para os indígenas é um dos encaminhamentos da audiência. Ela deverá ser formada por representantes da Assembleia Legislativa, governo federal, governo estadual, Ministério Público e entidades representativas dos indígenas.
Entre os encaminhamentos, ficou definido o envio de documento ao governo estadual para a instituição de uma Política Estadual Indigenista; a organização de um seminário sobre o tema a ser realizado no primeiro semestre de 2010; a criação do Conselho Escolar Indígena; a ampliação de vagas aos indígenas nas instituições de Ensino Superior, inclusive na U…

PF prende 2 suspeitos de ataques a comunidade indígena em SC

A Polícia Federal (PF) prendeu nesta quarta-feira dois suspeitos de tentar coagir membros da comunidade indígena Guarani da Aldeia Cambirela, no município de Palhoça (SC). Segundo a PF, a juíza Ana Cristina Kramer, da 1ª Vara Federal Criminal de Florianópolis, expediu os mandados contra os suspeitos de, com a ajuda de terceiros, agredir índios e destruir duas casas para que a comunidade não construísse residências em um terreno. Ainda de acordo com a PF, os suspeitos alegavam que são donos do terreno e, durante anos, ameaçaram e agrediram os indígenas para deixassem não construíssem casas no local. O grupo usaria facões, pedras e arma de fogo para que os índios deixassem a área, que seria demarcada. Os suspeitos ainda teriam destruído e ateado fogo em duas residências. Com eles teria sido apreendida uma garrucha e munições. Os presos responderão pelas acusações de dano qualificado e causar incêndio, expondo a perigo a vida.
Redação Terra

Paragominas, no Pará, constrói 'Vila Olímpica' de ocas para disputa dos Jogos Indígenas

Amigos e amigas, a noticia abaixo é muito importante porque traz elementos informativos que apresentam como serão os jogos indígenas em Paragominas, no Pará. Com certeza vale a pena para quem puder ir.É preciso apenas "consertar" o termo usado pelo jornalista que não atinou para o fato que o termo aborígene não se aplica mais para nenhum povo indígena do planeta. Isso é uma falha ainda presente nos principais manuais de redação dos grandes jornais brasileiros. Fica aqui meu alerta. É isso._________________________________João Sorima Neto, O GloboSÃO PAULO - Ainda não eram 3 horas da madrugada no Alto Xingu, Mato Grosso, quando uma delegação de 40 índios de oito aldeias da etnia Kiukuro partiu nesta terça-feira em direção à cidade de Paragominas, no Pará. Será uma viagem de dois dias, com trechos feitos de balsa, caminhão e ônibus. Os integrantes dessa expedição não reclamam do trajeto e até encaram a jornada como uma espécie de treino para manter o físico em dia. Essa delega…

Indígenas expõem arte amazônica na sede da ONU em Nova York

Ao todo, cem obras serão expostas até 6 de novembro.
Participantes são de cinco etnias distintas.Do Globo Amazônia, em São Paulo Obras de oito artistas indígenas da Amazônia estão em exposição na sede da ONU, em Nova York. A mostra acontece dentro de evento organizado pela Sociedade da Língua Portuguesa da Organização das Nações Unidas (UNSRC) e acontece de 26 de outubro a 06 de novembro de 2009, no saguão do prédio da sede. Obra 'Besouro III' de Dhiani Pa'saro, feita em marchetaria. (Divulgação) Ao todo, serão expostas cem obras de arte de tinta acrílica sobre tela e marchetaria. Os artistas que participam da mostra são Duhigó e Yúpuri, da etnia tukano; Dhiani Pa'saro, da etnia wanano; Iwiri-ki e Sãnipã, da etnia apurinã; Tóo Xac Wa, da etnia óro náo; e Tchanpan e Kawena, da etnia kokama. Eles são integrantes do elenco da Galeria de Arte e Imaginário …

Projeto do TJRO com o Povo Karitiana ganha destaque em evento nacional

O projeto de Inclusão Digital para Índios Karitiana, realizado pelo Tribunal de Justiça Estadual em parceria com Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Rondônia, foi apresentado e ganhou destaque durante o evento do Programa Senai de Ações Inclusivas 2009 (PSAI), realizado no auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.De acordo com a presidente do TJRO, desembargadora Zelite Andrade Carneiro, as boas práticas desenvolvidas pelo Judiciário de Rondônia têm proporcionado bons resultados à sociedade. O diretor regional do Senai, Vivaldo Matos, ressalta que o Poder Judiciário tem se mostrado aberto ao cidadão. "As iniciativas que o Tribunal de Justiça têm disseminado a importância da cidadania. O Senai abraçou a causa por acreditar que é um dos caminhos corretos para a inclusão". Segundo a coordenadora regional do PSAI, Maria Batista da Silva, a experiência adquirida com o projeto voltado aos índios foi gratificante. "A parceria com T…

Declaração dos Direitos Indígenas é entregue à Presidência do TJMT

Redação 24 Horas News
Com assessoria


O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Mariano Alonso Ribeiro Travassos, recebeu um exemplar da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, entregue por uma comissão composta por representantes da Faculdade Indígena Intercultural, vinculada à Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) e da Editora Entrelinhas, parceira na confecção do livro. A entrega ocorreu na última sexta-feira (23 de outubro).
“O principal objetivo é criar um instrumento de apoio à Constituição Federal quanto aos direitos indígenas”, afirmou o coordenador da Faculdade, professor Elias Januário. Foram doados 300 exemplares ao Poder Judiciário. O presidente do TJMT destacou que enviará os livros aos magistrados das comarcas de Mato Grosso.“A Declaração não é instrumento juridicamente vinculante, contudo serve para estabelecer diretrizes para as políticas e legislações nacionais que dizem respeito aos povos indígenas”,…

Abertas inscrições ao credenciamento para Jogos dos Povos Indígenas

Da Redação
Agência ParáAs inscrições da mídia que fará a cobertura da décima edição dos Jogos dos Povos Indígenas estão abertas até o próximo dia 28. Todo jornalista interessado em cobrir o evento deve preencher o formulário e enviá-lo para o e-mail: imprensa.jpi@gmail.com. Ao solicitar o pedido, jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas do Brasil e do exterior também deverão ler o Termo de Compromisso de Utilização de Imagem.A confirmação do credenciamento será feita pelo Comitê Intertribal via e-mail até o dia 29. Ao se apresentar na Assessoria de Imprensa montada no Parque Ambiental de Paragominas (PA) os profissionais devem portar carteira de identidade, registro profissional, além do comprovante de que trabalha na empresa, para assinar o Termo de Compromisso.A página do site dos Jogos Indígenas, do Ministério do Esporte, contará com outros links como os da divulgação (fotos, matérias, e áudio e vídeo), do histórico do jogos, das etnias participantes, com a etnografia de cada represe…

Lideranças kaiapó mandam carta a Lula

preocupados com a hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu, os kayapó querem ser ouvidos em audiência pública. Entre as lideranças que assinam a carta está o cacique Raoni. Leia o texto na íntegra.
AO EXCELENTÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL – SENHOR LUIZ INÁCIO LULA DA SILVANós, lideranças indígenas da etnia Kayapó – Mebenokre – MT e aldeias do Sul do Pará, vem mui respeitosamente dirigir-nos até a presença de Vossa Excelência para expor nossas preocupações quanto à usina Hidrelétrica de Belo Monte sobre o rio Xingu, pois muito pouco tem feito os governos por convidar as populações indígenas e suas populações, bem como a extensiva população ribeirinhas e cidades existentes naquelas regiões.Os povos indígenas, neste caso, os povos Kayapó tem sido guardião em defesa do meio ambiente, da biodiversidade e dos ecossistemas, entretanto temos a mão limpa e cuidadosa de zelar pelas riquezas naturais. É fato que inicialmente temos que divulgar tudo aquilo que é bom ao…

Histórias do mestre Munduruku

Mais famoso escritor brasileiro de origem indígena, Daniel Munduruku preserva a sua cultura em dezenas de livros, a maioria deles adotada no ensino fundamental

Maíra Magro

Encantada com as histórias indígenas contadas pelo professor de filosofia, uma aluna perguntou: "Onde eu encontro essas informações?" O mestre, desconcertado, não soube o que responder. Elas não estavam escritas em lugar nenhum. Foi assim, há mais de uma década, que Daniel Munduruku, índio criado na aldeia Maracanã, no interior do Pará, decidiu transportar as lendas e tradições de seu povo para o papel. Hoje, aos 45 anos, é considerado o principal representante de um gênero ainda em formação no Brasil: a literatura escrita pelos povos indígenas. Sua primeira obra, "Histórias de Índio" (Companhia das Letrinhas), de 1996, vendeu mais de 60 mil cópias e está na 16a edição. A segunda, uma enciclopédia com verbetes nativos, ganhou o Prêmio Jabuti. Ao todo, Munduruku publicou 31 livros, a maioria voltada…

Índios recebem folhetos sobre nova gripe em língua xavante

Fonte:Portal Amazônia



CUIABÁ - Índios da etnia xavante devem receber panfletos especiais com informações sobre a nova gripe, em Mato Grosso. O Distrito Sanitário Especial Indígena de Barra do Garças elaborou material escrito na língua xavante, que será distribuído pelos profissionais de saúde indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

Os folhetos devem ser entregues até o fim de novembro, em seis pólos. Mais de 15 mil índios devem ser beneficiados.

Confira o especial sobre o Vírus H1N1

No início de outubro, foi realizada uma oficina em uma reserva indígena, onde foi distribuída a primeira tiragem dos panfletos.

As equipes de saúde que atuam em comunidades indígenas já receberam álcool em gel, máscaras, aventais, lenços descartáveis e outros produtos usados na prevenção da doença.

O coordenador regional da Funasa, Marco Antônio Stangherlin, diz que os agentes também receberam orientação para evitar contatos com não-índios. "Antes de entrar nas aldeias, as equipes de saúde ficam em…

Funai apóia projetos de mulheres indígenas no Mato Grosso

A Takiná, Organização de Mulheres Indígenas do Mato Grosso, terá o apoio da Funai para desenvolver seus projetos. A decisão foi firmada no dia 13, quarta-feira, em Cuiabá, em uma reunião conjunta com o Administrador Executivo da Funai Benedito Garcia, a Coordenadora de Mulheres Indígenas Léia Bezerra do Vale e a direção recém eleita da organização.A Takiná foi criada no mês de setembro, reunindo as mulheres indígenas que residem no estado do Mato Grosso, com a finalidade de ser um centro de integração e referência das mulheres indígenas; promover o intercâmbio com as mulheres indígenas e não indígenas sensíveis à questão indígena e buscar mecanismos que possibilitem a melhoria da qualidade de vida das mulheres indígenas em suas comunidades através de programas e projetos nas áreas de saúde, educação, meio ambiente, auto-sustentabilidade entre outros. Durante a reunião, Léia do Vale falou da importância do encontro para planejamento em conjunto, onde cada parceiro formaliza o seu compr…

Marina apoia ultimato de índios por demarcação em MS

SÃO PAULO - A senadora Marina Silva (AC), pré-candidata do PV à Presidência, manifestou apoio ontem ao ultimato dos índios guarani-caiuás, que deram prazo de 30 dias para a Fundação Nacional do Índio (Funai) iniciar a demarcação das terras tidas como indígenas em Mato Grosso do Sul. "Estou aqui na condição de senadora, não como pré-candidata à Presidência da República. Não prometo resolver os problemas aqui apresentados, mas estou junto com vocês nessa luta para a reconquista das terras de seus antepassados", afirmou Marina para os caciques reunidos em Japorã.



"Posso até não ser mais senadora no próximo ano, mas continuarei lutando pela causa indígena como professora, como uma aliada ativa e se for possível até como presidente." Ela explicou ter obtido bons resultados na busca dos direitos das minorias. Contou que desde os 17 anos de idade trabalhou no Acre pelos 12 mil índios do Estado. "Imaginem aqui em Mato Grosso do Sul, onde vivem 60 mil indígenas. O probl…

Jefferson Praia homenageia escritor indígena Daniel Munduruku

O senador Jefferson Praia (PDT-AM) homenageou nesta quinta-feira (8) o escritor indígena Daniel Munduruku. Autor de obras como Histórias de Índio e Meu avô Apolinário, Munduruku, de acordo com o senador, tem contribuído com a preservação da cultura indígena com suas dezenas de livros - a maioria deles adotada no ensino fundamental.Jefferson Praia leu trechos de reportagem publicada pela revista Istoé a respeito da trajetória do líder indígena, professor de filosofia, criado na aldeia Maracanã, no interior do Pará. De acordo com a revista, entre as 31 obras de Munduruku - muito elogiadas por escritores como Moacyr Scliar -, há uma enciclopédia de verbetes nativos, vencedora do Prêmio Jabuti.A matéria também conta que Munduruku, cujo nome de batismo é Daniel Monteiro da Costa, foi educado por missionários católicos, em aulas onde era proibido utilizar o idioma indígena. Hoje, é ativista pelos direitos indígenas, tem um blog e faz doutorado em educação. O senador também leu o texto Piolh…

Flimt realiza lançamento do livro “A palavra do grande chefe”

Cuiabá / Várzea Grande, 10/10/2009 - 08:28.

Da RedaçãoUm depoimento histórico e periodicamente recriado através dos tempos conhecido como “A Carta do Chefe Seattle”, é o que conta a História do Livro A palavra do grande chefe, que foi lançado na tarde de sexta-feira (09.10) na Feira do Livro Indígena(Flimt) , no estande do Núcleo de escritores indígenas (NEARIN), localizado no estacionamento do Palácio da Instrução, no Centro de Cuiabá. A obra é do autor índio Munduruku, formado em filosofia, com licenciatura em história e psicologia; doutorando em Educação na Universidade de São Paulo (USP). Tem mais de 30 livros publicados. E do também autor Maurício Negro, artista gráfico e escritor, além de bacharel em comunicação social pela ESPM e autor-ilustrador de livros infantis. A obra relata, a resposta do líder, Noah Sealth, mais conhecido como Chief Seattle, ao grande chefe de Washington, o então presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce do ano de1854, que acabou se transformando em…

Feira oportuniza a interação do público com escritores

Cuiabá / Várzea Grande, 07/10/2009 - 18:35.

Da RedaçãoUma aula de simpatia e erudição, foi o que as escritoras Heloisa Prieto e Ana Claudia Ramos apresentaram num bate papo aberto ao público, na Feira do Livro Indígena(Flimt) que acontece na Praça da Republica na capital cuiabana. Durante a conversa as escritoras puderam mostrar suas opiniões e sugestões relacionadas ao meio editorial brasileiro. Para a escritora Ramos, o marketing ainda é restrito para alguns autores da literatura nacional. “Nós autores ainda temos pouco espaço nas livrarias, quando conseguimos algum apoio, nossos livros ficam escondidos atrás da literatura estrangeira ”. Para Pietro, escritora com mais de 40 obras no mercado nacional, o Brasil não é um país de analfabetos, é um país de leitura anarquista.Onde temos um livro oficial ou politicamente correto, e o livro não oficial, aquele que se escreve com afinco e dedicação. Ana Claudia Ramos, aproveitou a ocasião para falar de seu novo livro, “A historia de Clarice…

INBRAPI presenteia SEC em Feira do Livro Indígena

Cuiabá / Várzea Grande, 10/10/2009 - 17:09.

Da RedaçãoCom objetivo de levar conhecimento da cultura indígena para o centro urbano das cidades mato-grossenses, o Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual (INBRAPI), realizou nessa sexta-feira (09), durante a Feira do Livro Indígena (Flimt), a entrega de 30 kits do projeto Porandubá para a Secretaria de Estado de Cultura. O projeto Porandubá traz 28 histórias em CDs, de 24 etnias indígenas existentes no país. “Os relatos são registros de culturas e tradições de cada povo. Este material é uma sugestão de como o professor pode trabalhar dentro da sala de aula as histórias dos índios. Cada etnia tem seus costumes,” comentou Cristino Wapichana, um dos coordenadores do Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas(Nearim). A Secretaria vai disponibilizar este estudo (CDs) na sala indígena da Biblioteca Pública, Estevão de Mendonça, no Palácio da Instrução. Álém de ser distribuído para todos os pólos de bibliotecas do Estado atrav…

Roda de histórias movimenta público no Palácio da Instrução

Cuiabá / Várzea Grande, 07/10/2009 - 13:27.

Da RedaçãoHistórias, mitos, música e ritos. Assim iniciou a primeira roda de conversas indígenas da Feira do Livro Indígena de Mato Grosso na manhã desta quarta-feira (07) em Cuiabá. As rodas serão sempre no Pavilhão do Palácio, localizado aos fundos do Palácio da Instrução. Elias Maraguá, da etnia Maraguá iniciou um bate-papo com os alunos da Escola Estadual Presidente Médici, falando sobre os costumes de seu povo. Elias explicou aspectos culturais como a utilização de cocares, ornamentos e vestimentas. Em seguida, os pajés Manoel Moura Tukano e Álvaro Tukano (ambos da Etnia Tukano), realizaram um rito de iniciação. Eles explicaram que este é o rito realizado pelos tukanos pra iniciar uma conversa com os mais jovens. Com uma grande interação, os alunos assistiram as apresentações musicais realizadas por Marcio Bororo, Jucélio Paresi e Cristino Wapichana. Eliane Potiguara e Eli Macuxi contaram histórias e mitos de seus povos, lembrando sempr…

Literatura e ilustração infantil na Praça da República

Assessoria SEC/MT
07/10/2009 13:52 Estimular o imaginário infantil, despertar em cada criança a busca pelo conhecimento, fazendo com que ela visualize uma história distante de sua realidade. Estes foram alguns os assuntos abordados na palestra sobre Literatura e Ilustração Infanto - Juvenil na sala de aula, que ocorreu nesta quarta (07) na Feira do Livro Indígena, que está sendo realizada na Praça da República da capital até o dia 10 de outubro.Durante a palestra, profissionais ministraram temas voltadas a literatura em sala de aula e fizeram relatos de suas experiências com a literatura indígena. “A educadora indígena Severiá Idioriê, começou sua apresentação falando da importância da literatura para os indígenas”.” A literatura faz parte da nossa existência, através das obras literárias tomamos contato com a vida”Para Idioriê a arte da ilustração tem que ser aprendida na escola pelo professor. “A criança tem que viver literatura em todos os momentos , até na hora de aprender a desenh…

Feira do Livro Indígena divulga tradições e cultura do índio em Cuiabá

Cuiabá / Várzea Grande, 06/10/2009 - 13:57.

Da RedaçãoO Governo do Estado abriu, nesta terça-feira (06.10), no Centro Histórico de Cuiabá, a Feira do Livro Indígena de Mato Grosso (Flimt). O evento traz exposições de livros, pintura, adornos tradicionais, entre outras manifestações da cultura do índio e prossegue até o próximo sábado (10.10). São cinco dias de feira, montada em três ambientes na Praça da República e Palácio da Instrução: a oca central, pavilhão da República e os estandes dos editores. A solenidade de abertura teve a participação dos pajés Álvaro Tukano e Manoel Moura, dos povos Tukano do Amazonas, que realizaram a cerimônia espírita indígena na porta de entrada da feira. Estudantes, populares e convidados assistiram ao ritual. A ocasião contou ainda com apresentação da Dança Andorinha, Mini e Ari por índios da Nação Nativa Umutina e lançamento da Declaração das Nações Unidas (ONU) sobre os direitos dos povos indígenas. Mato Grosso é pioneira, em todo o país, a iniciat…

Histórias do mestre Munduruku

Matéria que circula na edição desta semana na REVISTA ISTO É.

Mais famoso escritor brasileiro de origem indígena, Daniel Munduruku preserva a sua cultura em dezenas de livros, a maioria deles adotada no ensino fundamental.

Por Maíra Magro

Encantada com as histórias indígenas contadas pelo professor de filosofia, uma aluna perguntou: "Onde eu encontro essas informações?" O mestre, desconcertado, não soube o que responder. Elas não estavam escritas em lugar nenhum. Foi assim, há mais de uma década, que Daniel Munduruku, índio criado na aldeia Maracanã, no interior do Pará, decidiu transportar as lendas e tradições de seu povo para o papel.
Hoje, aos 45 anos, é considerado o principal representante de um gênero ainda em formação no Brasil: a literatura escrita pelos povos indígenas. Sua primeira obra, "Histórias de Índio" (Companhia das Letrinhas), de 1996, vendeu mais de 60 mil cópias e está na 16a edição. A segunda, uma enciclopédia com verbetes nativos, ganhou o Prêmio…

Histórias indígenas alimentam imaginação do público durante a FLIMT

As histórias indígenas trazem imagens inusitadas e belas, que tentam explicar os humanos, os fenômenos da natureza e a origem das coisas procurando sempre dar sentido e criar diferentes modos de vida. Essas histórias serão contadas por escritores e professores durante a Feira do Livro Indígena de Mato Grosso (FLIMT). As “Rodas de Histórias Indígenas” começam na quarta-feira, às 11h, na Oca Central, e vão encher os ouvidos de crianças e adultos que acompanharem as atividades. A primeira roda será comandanda por Ely Macuxi e Eliana Potiguara. À tarde, a “Roda de História” será no Pavilhão da República, a partir das 15h30, com o escritor Cleomar Umutina e com Yaguarê Yamã, índio do povo Saterê Mawé que vive na fronteira entre os Estados do Amazonas e do Pará. Na sexta-feira (09.10), mais rodas acontecem. "De manhã, às 11h, a atividade será na Oca Central priorizando a temática feminina. Nós pensamos em uma roda só composta de mulher indígenas para este horário”, explica Cristino Wap…

Rodas de Conversas têm participação do público

Assessoria SEC/MT
03/10/2009 08:26

Trocar experiências, desenvolver assuntos e saciar dúvidas do visitantes, essa é a ideia das “Rodas de Conversas”, mais uma atividade preparada pela organização da Feira do Livro Indígena de Mato Grosso para toda a população. Com assuntos pré-determinados pelos escritores e professores que orientam as conversas, as “Rodas” acontecem na quarta e quinta (07 e 08.10), no Pavilhão da República e também na Oca Central.A primeira roda, às 15h no dia 7, será orientada por duas escritoras: Anna Claudia Ramos e Heloisa Prieto, que desenvolvem em seus trabalho a temática infantil e juvenil. Anna Claudia, escritora e ilustradora conta que desde pequena tem mania de contar histórias. “Passava horas brincando e inventando novos mundos para morar e viajar. Foi assim que cresci descobrindo que a literatura é mágica e que por ela podemos viajar, brincar e sermos o que quisermos”, explica. Um exemplo de sua obra é “As Marias”, que conta a história de duas meninas que …