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Mostrando postagens de Agosto, 2011

Tocantins sediará Jogos dos Povos Indígenas pela segunda vez

O Tocantins participará do evento com suas oito etnias - Karajá, Apinajé, Krahô, Xerente, Javaé, Krahô Kanela, Aticum e Pankararú.


Postador: surgiu.com (abr)
Foto: Márcio Vieira / Secom
Fonte: por Aldenes Lima em Comunicação
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Mais de 1.400 indígenas de 33 etnias do Brasil, dos Estados Unidos, Bolívia, Equador, Nicarágua, Venezuela e Canadá e um investimento de mais de R$ 1 milhão. Estes são os números da 11ª edição dos Jogos dos Povos Indígenas, lançada na tarde desta terça-feira, 9, dia em que se comemora o Dia Internacional do Índio. O evento acontecerá entre os dias 8 e 15 de outubro deste ano, na Ilha de Porto Real, na cidade de Porto Nacional.

Segundo a coordenadora Indígena da Secretaria Estadual da Cultura, Joana Munduruku, o Tocantins participará do evento com suas oito etnias - Karajá, Apinajé, Krahô, Xerente, Javaé, Krahô Kanela, Aticum e Pankararú.

Para o representante do Comitê Intertribal – Memória e Ciência Indígena (ITC), Marcos Terena, os jogos são u…

Chega ao fim à história de Marimop Suruí Paiter

A Nação Surui Paiter fica órfã de um grande homem, uma pessoa que carregava consigo um balaio de conhecimento sobre suas tradições, respeito à natureza e adaptação às bruscas mudanças em sua cultura impostas pelo contato compulsório com o mundo ocidental eurocêntrico.
Marimop Surui Paiter viveu no planeta Terra por mais de oitenta anos, não se sabe ao certo em que ano nasceu, isto não parecia importante para ele. Tempo suficiente para apreender as formas, ritos e sons de uma sociedade onde o bem estar coletivo era prioridade. À época do contato com os "brancos", Marimop já deveria ter quarenta e poucos anos, se pudéssemos ver, assitiríamos em seus olhos suas memórias dos tempos em que, com os seus, às margens de algum rio Amazônico, quando participava do Mapimaí (ritual de purificação inter-clãns Surui Paiter). Quando se defendia dos ataques de outros povos que eventualmente cruzavam os mesmos caminhos e interesses ou quando viu o homem branco pela primeira vez. Ele foi sobeviv…

II Seminário de Leitura na Rede

Estão abertas, de 01 de agosto a 05 de setembro de 2011 as inscrições para o II Seminário de Leitura na Rede, o evento de caráter formativo, é destinado a educadores mediadores de leitura das ONGs, da rede pública de ensino, estudantes e leitores de forma geral que atuam estimulando a fruição literária no Estado da Paraíba. A segunda versão do Seminário promovido pelo Polo de Leitura na Rede será realizada no Teatro do SESI nos dias 15 e 16 de setembro. O tema norteador é “Ler, um direito de todos”, o qual objetiva refletir a democratização do acesso ao livro como estratégia educativa e cultural para a construção de uma sociedade leitora. O evento possui carga horária de 12 horas e um público estimado em trezentos participantes. O Polo de Leitura na Rede atua, desde 2009, com o apoio do Instituto C&A de Desenvolvimento Social, diretamente num recorte territorial da Região Metropolitana de João Pessoa, compreendido pelos municípios de Conde, João Pessoa, Bayeux, Santa Rita e Lucena e…

ENCONTRO COM O ESCRITOR - OLIVIO JEKUPÉ

No dia 24 de maio a Biblioteca Pedro Nava teve o prazer de receber o escritor Olivio Jekupé. Olivio tem vários livros publicados, seus livros conservam e divulgam as histórias de sua comunidade.


Para tornar o Encontro mais rico convidamos o Colégio Edificando. Foram emprestados alguns livros do autor para as crianças fazerem uma leitura anterior ao encontro para assim poder participar de forma mais envolvida no debate.


As crianças fizeram perguntas relativas a seus livros e a vida em uma aldeia Guarani. Olivío encantou o público com sua fala, falou sobre a experiência de viver em uma comunidade Guarani e ao mesmo tempo viver tão próximo a uma metrópole como São Paulo.


Olivio Jekupé e Maria trouxeram lindos artesanatos produzidos na sua comunidade. As crianças se encantaram com as peças artesanais e com o encontro.
A biblioteca ficou muito feliz de receber o escritor e poder oferecer a seu público uma oportunidade de conversa com Olivio Jekupé.



Abaixo alguns títulos publicados por Oliv…

Na altura dos sonhos

...um homem, uma mulher. Imagem Google

direi que é domingo
se a tua alma vem
desnuda, cantante
apascentar meus temores

agora e na hora

direi que é domingo
que haverá manhã
na altura dos sonhos
na hora última dos namorados


Graça Graúna. Tessituras da terra. Belo Horizonte: M.E. Edições Alternativas - Coleção Milênio, 2001, p. 34.
No site Overmundo, este poema recebeu 183 votos

"Eu não sou índio" - Daniel Munduruku

"Eu não sou índio" - Daniel Munduruku from Instituto UKA on Vimeo.
“Seminário e Salas de Conversa Imagens do Brasil: Relações Étnico- raciais, Diversidade, Multiculturalismos” - Rio de Janeiro/RJ.
Palestrantes:
Daniel Munduruku
Vincent Carelli
José Ribamar Bessa

Auditório da UNIVERCIDADE - Campo Grande - RJ
26/08/2011

Realização
Secretaria Municipal de Educação - RJ

Começa hoje "Feira do Livro de Maya"

En el Parque Eulogio Rosado en el en el marco de las Jornadas de Lectura en Maya El Gobierno del Estado a través del Instituto de Cultura de Yucatán, en coordinación con el Consejo Nacional para la Cultura y las Artes y  la Unidad Regional Yucatán de Culturas Populares llevará a cabo la Feria del Libro Maya, en el marco de las  Jornadas de Lectura en Maya, en el Parque Eulogio Rosado, en el  centro de Mérida.
En esta feria participan autores independientes e instancias que trabajan con población maya hablante y que producen algún material escrito en esta lengua, quienes de acuerdo a su normatividad podrán participar en las modalidades de exposición, venta, obsequio, intercambio o préstamo de libros, además de la distribución de folletería relativa a los servicios que ofrece en lengua maya.
Las instancias invitadas son: el Programa Ko'one'ex Kanik Maaya y la Dirección de Primarias Indígenas de la Dirección de Educación Indígena del Estado; el Consejo Nacional para el Fomento Ed…

Conto - As serpentes que roubaram a noite

Almanaque Brasil de (12/08/2011)

O índio e escritor premiado Daniel Munduruku é uma das atrações do programa. Ele participa do quadro Papo-Cabeça e conta vários detalhes sobre seus livros, inspirações e as influências de suas origens. Considerado o maior escritor indígena do país, se dedica a escrever livros para levar os valores indígenas aos jovens e crianças.

O público vai saber mais sobre a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo -- OSESP - que há mais de 50 anos está entre as melhores do planeta! E quem não gosta de novelas? Elas lançam modas, bordões, manias e são inquestionavelmente paixão nacional. As novelas brasileiras, conhecidas e reconhecidas pelos quatro cantos do mundo, são tema do quadro Coisas Nossas, que está cheio de histórias deliciosas.

Com obras de arte inesquecíveis, mestre Vitalino mostrou para o mundo um Brasil que vivia escondido lá no Nordeste. O mestre é o Ilustre Brasileiro da vez. Quem folheia uma revista confortavelmente em seu sofá nem imagina o trabalhão que dá pra que ela chegue a…

"As Hiper Mulheres" premiado no festival de Gramado

O novo longa metragem produzido pelo Vídeo nas Aldeias, "As Hiper Mulheres", recebe os prêmios Especial do Juri e de Melhor Montagem no festival de Gramado. O filme Kuikuro foi também selecionado para a mostra competitiva do festival deBrasília

Assinado por Carlos Fausto, Leo Sette e Takumã Kuikuro, e produção da AIKAX, Associação Indigena dos Kuikuro do Alto Xingu, do Documenta Kuikuro - DKK, e do Vídeo nas Aldeias, "As Hiper Mulheres" é fruto de uma parceria entre cineastas indígenas e não índios.

Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar mais uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente.

Acadêmicos propõem ao MEC política de apoio a indígenas nas universidades

Nos dias 22 e 23 de agosto uma comissão de acadêmicos indígenas da coordenação do Projeto Rede de Saberes esteve no Ministério da Educação (MEC), em Brasília, apresentando proposta de um programa de apoio a permanência de indígenas nas universidades. A comissão foi formada por Marcelo Ribeiro Coelho e Luiz Henrique Eloy, da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Roselaine Miguel, da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e Carolina Vicente, da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). O secretario da Educação Superior (Sisu/MEC), Luiz Cláudio Costa, se comprometeu a, em breve, convocar os índios para uma segunda reunião para dar encaminhamento à proposta. Ao expor suas experiências na universidade os indígenas perceberam que a Sisu desconhecia a realidade dos índios no Ensino Superior. “O acadêmico deixa sua comunidade e vai estudar na cidade, onde não tem onde morar e como se sustentar por isso urge a criação de uma política pública que garanta a efetiva permanência…

Bispo do Xingu vê em Belo Monte a “última punhalada no coração da Amazônia”

23/Agosto/2011
Temeroso em relação ao “efeito dominó” que a construção da usina pode representar, Dom Erwin Krautler afirma que outras barragens poderão ser feitas e que a situação pode se agravar.


Ele estava presente quando a primeira castanheira foi derrubada para a abertura da Transamazônica. O austríaco Erwin Kraütler estava no Brasil havia apenas cinco anos, mas foi um dos primeiros a se manifestar contra a obra e alertar sobre os seus riscos sócioambientais. Ele é uma das vozes mais atuantes no combate à destruição da floresta amazônica. Por conta disso, vem sofrendo inúmeras ameaças de morte. Vive sob a escolta de pelo menos dois seguranças armados que o acompanham 24 horas por dia. Depois de lutar contra os desmatadores, agora ele se “arma” contra o governo brasileiro que quer construir, de qualquer jeito, a polêmica usina hidrelétrica de Belo Monte
São Paulo – Na luta contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte há mais de trinta anos, Dom Erwin Krautler, bispo do …

Depoimento do escritor indígena Roni Wasiry Guará sobre a FELIT - Feira Literária de São Bernardo do Campo

Estímulo à leitura

Sara Saar 
Do Diário do Grande ABC
Ouvir permite às crianças desenvolver o hábito da leitura, além de aguçar a imaginação e aumentar a familiaridade com a língua. Boa opção é levar os pequenos à 1ª Felit (Feira Literária de São Bernardo), que abriga contações de histórias, lançamentos de livros infanto-juvenis e performances de ilustradores até o dia 14.

A escritora Miriam Portela lançou ontem os títulos "Não Tem Cabeça, Nem Pé, Você Sabe o Que É?" e "Galinha Inês", ambos indicados para crianças de três e quatro anos. "É importante saber como o público sente o livro. O contato com as crianças me energiza. Volto para casa revigorada", afirmou a autora depois do encontro. 

As crianças se divertiam durante as contações de histórias. "Aos olhos das crianças, o escritor é um ser especial. É gostoso ver em seus olhinhos todo o encantamento", completa. Para a professora Luciene Fernandes, da EMEB Ivaneide Nogueira, a contação de histórias desperta as crian…
Índios botocudos podem ser descendentes diretos dos habitantes de Lagoa Santa, os primeiros de que se tem registro no Brasil
Publicada em 06/08/2011 às 09h39m


RIO - Selvagens, sanguinários e estranhos. Esses adjetivos, comumente aplicados aos botocudos, mostram como a história nunca foi muito generosa com estes índios, cujo nome vem dos discos (botoques) que usam para alongar o formato de lábios e orelhas. Vítimas de um genocídio que, em 300 anos, reduziu sua população a poucas dezenas de pessoas, eles podem ser descendentes diretos dos habitantes de Lagoa Santa (MG), os primeiros que se têm registro no Brasil. A suspeita remonta à dois séculos, mas só agora a ciência consegue juntar evidências do parentesco.

A prova mais recente será detalhada em um artigo da Revista de História da Biblioteca Nacional, nas bancas a partir da próxima quinta-feira. A pesquisa, do Instituto de Biociências (IB) da USP, comparou a morfologia do crânio de Luzia - o esqueleto mais antigo das Américas, com c…
Hoje tem lançamento do livro "Tekoa - Conhecendo uma aldeia indígena" do escritor indígena Olivio Jekupé e do ilustrador Maurício Negro, na Feira Literária de São Bernardo do Campo - FELIT. Aproveitem para conhecer nosso estande na FELIT e demais obras dos autores indígenas. Vamos prestigiar a cultura e arte indígenas. Aguardamos vocês!


FELIT terá a escritora potiguar Graça Graúna

Graça Graúna nasceu em São José do Campestre, no Rio Grande do Norte. Ela é doutora em Letras, pela UFPE e tem desenvolvido seus estudos na área de literatura infanto-juvenil e literatura indígena. Atualmente, Graça é professora adjunta na Universidade de Pernambuco (UPE), onde coordena o Núcleo de Estudos Comparados em Literaturas de Língua Portuguesa (NEC), o Projeto de Capacitação em Literatura e Direitos Humanos (MEC-SECAD) e o Curso de Especialização para Formação de Professores Indígenas no Estado de Pernambuco  (SEDUC-PE), junto ao Curso de Letras, Campus de Garanhuns.
Já publicou Canto Mestizo (Ed. Blocos) e Tessituras da Terra (Edições M.E).

Para conhecer mais sobre a autora, visite:
http://ggrauna.blogspot.com/

Cristino Wapichana é mais um autor que virá para FELIT

Cristino Wapichana nasceu em Boa Vista, Roraima. Ele é o atual coordenador do NEArIn – Núcleo Nacional de Escritores e Artistas Indígenas, órgão vinculado ao Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual - INBRAPI, cujo objetivo é qualificar escritores indígenas para o pleno exercício da profissão.
Além de escritor, Cristino é compositor, pesquisador e palestrante sobre temas indígenas.